Smallville…Sim, eu vou falar dela por aqui também, mas de uma forma que algumas pessoas podem não gostar. A série sobre a juventude do Superman foi um péssimo exemplo para o desenvolvimento de programas baseado na vida de super-heróis, mas ajudou bastante no desenvolvimento de Arrow. Era um programa que tinha público, mesmo com suas enormes falhas. No entanto, a série do Arqueiro aprendeu a extrair apenas o melhor, deixando o pior de lado e apresentando uma evolução fantástica desde o seu início. É uma série criada em um universo interessante, nos dias atuais, com pontos muito fortes por conta dos aspectos que foram apresentados, mas que soube trabalhar muito bem a sua trama, sempre respeirando suas limitações. Os Flashbacks: Um dos pontos mais altos de Arrow. Você não vai ver Oliver Queen se transformando, caracterísitica constante em Smallville. O público acompanhou muito mais as aventuras de um jovem com superpoderes, do que o Superman. Blz, ele tinha que ter seu desenvolvimento, mas demoraram demais para deixar isso acontecer. Dessa vez, nada disso. Arrow utilizou algo que já havia dado muito certo em outra série; Lost. Os espectadores conseguiram acompanhar o desenvolvimento do Capuz de duas formas; Através dos flashbacks e da sua jornada de auto-conhecimento após o acidente que ... Read More »
Category Archives: Colunas
Feed SubscriptionKINOS – SÓ PODE HAVER UM
Hoje ele deve estar velho e cheio de filhos, mas quando conheci Connor MacLeod, nos idos de 1980, ele ainda estava conservado, estéril, estrábico e imortal. No último quesito o Queen também estava. Está. E é a voz de Freddy Mercury que abre uma das sequências de créditos mais sensacionais do cinema. Sem consultar mal lembro o nome do Christopher Lambert, porque o que menos importa é o fundo preto com letras vermelhas: que trilha sonora! Por muitos anos a mantive em alto e bom som no walkman e posso afirmar que minha surdez começou ali (ainda não sou surdo, mas na poluição sonora cotidiana é questão de tempo; para todos). Read More »
CINEMÍSTICO: A REVOLUÇÃO DE WELLES – CIDADÃO KANE (1941)
No final da década de 30 o cinema americano atingia, até então, o seu ápice com produções de grande importância e influência para o desenvolvimento da chamada “sétima arte”. Filmes como o naturalista No tempo das diligências, de John Ford, o otimista Do mundo nada se leva do adorado Frank Capra, e o musical reverenciado por gerações O mágico de Oz, dirigido por Victor Fleming e responsável pelo debute da estrela Judy Garland, marcaram para sempre seus respectivos gêneros. Mas o grande marco do cinema clássico hollywoodiano foi, com certeza, E o vento levou, também de Fleming, e assim como os citados, de 1939. Foi um grande sucesso de bilheteria por anos, e mostrava que depois da grande depressão que se abateu sobre os Estados Unidos em 1929, o país estava se recuperando. Era impossível pensar que o cinema produziria algo mais significativo, não à toa já era considerado o melhor filme já feito, e assim seria até o fim dos tempos. Entretanto o reinado do filme de Victor Fleming duraria apenas dois anos. Em 1941 o mundo conheceu Orson Welles e a sua epopéia do magnata da imprensa Charles Foster Kane em Cidadão Kane. Depois da morte do solitário ególatra Charles Kane (Orson Welles), o jornalista Jerry Thompson (William ... Read More »
KINOS – DIONÍSIO EXPLICA
Somente esta semana, graças à lentidão das salas de cinema locais, fui ver Anna Karenina. Poderia ter visto na semana passada, verdade, pois foi quando o filme entrou em cartaz aqui, mas não consegui me organizar para tal. Ou poderia, mais vontade ainda, baixar o filme na internet e assistir em casa, e esses atrasos das salas locais incentivam enormemente, mas resisti. Cinema é para ser visto na telona, a televisão é sempre plano B, muito útil para depois. Read More »
CINEMÍSTICO: Fellini 8½ – 50 ANOS DE UMA OBRA DE ARTE
O que faz de um mestre diferente de um bom diretor é sua capacidade de fazer uma obra incomparável e inadaptável, ficando assim única para a posterioridade cinematográfica. E mesmo forçando a mente pode se contar nos dedos aqueles que carregam tal dom divino. Porém, quem conhece, tem a certeza que um deles é Federico Fellini. E seu 8½ provou que sua perícia atingia ali o ápice, transportando para a película a psicodelia de uma mente perturbada, confusa e paranóica. Uma verdadeira aula de cinema, autobiográfico, metalinguístico e brilhante em todos seus fundamentos. Read More »
KINOS – E AÍ, VAI ENCARAR?
De vez em quando, geralmente em férias escolares, aparece um filme de bichinho no cinema. O animal pode vir para acompanhar a mocinha, ser o grande amigo do galã, simplesmente fazer uma ponta protegendo um ferro velho ou ser o protagonista ou antagonista da trama. E não pense o leitor que é fácil ser bicho num mundo de humanos. Nesse mercado difícil, onde se disputa emprego a dentadas, não é tão simples assim ganhar personagem em Hollywood. Falei ganhar? Conquistar. Desculpem minha burrice… Burrice não, antice… Não! Minha falha. Read More »
CINEMÍSTICO: OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA (1981)
Depois de sair da crise que ameaçava seu reinado cinematográfico, graças a um grupo de jovens cineastas que tiveram a coragem de mudar conceitos e influenciar para todo o sempre a sétima arte, Hollywood conheceu seu período de maior bonança. Em meados da década de 70, um ambicioso diretor aterrorizou multidões com um tubarão mecânico e ganhou reconhecimento mundial. Era o então jovem Steven Spielberg, que estava na turma já citada (entre eles também Martin Scorcesse, Francis Ford Coppola e George Lucas), que faturou milhões de dólares e passou a fazer o que bem queria, da forma como queria. Desta liberdade veio mais um memorável: Contatos Imediatos de Terceiro Grau, em 1977, que ficou no imaginário com a sequência inesquecível da chegada da nave-mãe. Porém, George Lucas, roubou a cena do final daquela década com Star Wars (77), que se tornou uma espécie de religião entre os mais fervorosos. Read More »
PRIMEIRAS IMPRESSÕES – HANNIBAL
Hannibal Lecter não é apenas um personagem. O escritor Thomas Harris não criou uma simples trama, ele criou uma verdadeira lenda literária, que mais tarde foi adaptada para os cinemas interpretada por ninguém mais, ninguém menos que Anthony Hopkins. O ator deu vida ao Dr. Lecter nos cinemas através de uma trilogia, sendo o mais aclamado deles o primeiro título; O Silêncio dos Inocentes. Anos mais tarde o retorno aconteceu as telas, com a missão de contar sua origem, mas o retorno não foi positivo. Agora, com assassinos em série entrando novamente em foco, um dos mais brilhantes maníacos também ganhou o seu retorno. Uma lenda, que prova mais uma vez que sempre vai ter o seu espaço. Hannibal está de volta, agora pela NBC norte-americana ou pelo canal pago AXN em território brasileiro no próximo dia 16. Read More »
KINOS – PADRINHOS MÁGICOS
No começo da humanidade, ou antes dela ser realmente humanidade, a evolução deixou o homo quase sapiens a um passo de tirar o quase. Diante da linha divisória, foi-lhe perguntado: vai dar mesmo o passo em direção ao futuro, em que passará fome, cobrirá o mundo de guerra, esgotará recursos naturais e cobiçará a mulher do próximo? E já com o pé depois da linha o homo sem quase respondeu: sim, pois inventarei o cinema. Read More »
PRIMEIRAS IMPRESSÕES – GAME OF THRONES 3ª TEMPORADA
Escrever um texto sobre Game Of Thrones não é nada fácil. É uma série “complexa”, com diversas tramas acontecendo, muitas personagens e muitos acontecimentos. Já acompanho a série há algum tempo, mas ainda não escrevi a crítica da segunda temporada. Contudo, o momento agora é de curtir o retorno da série, algo que já era muito esperado pelos seus fãs. O desenvolvimento do programa é sem dúvida o seu maior triunfo, já que aos poucos o público vai conhecendo mais personagens ou aprendendo a conviver com os antigos. Quer dizer; isso quando alguém não morre, certo? Morte é algo comum em GOT, visto que uma guerra está sendo travada. Nem tudo acontece como o público deseja, nem todas as pessoas torcem pelas mesmas personagens, mas isso apenas fortalece a sua trama. A terceira temporada começou, e já chegou reforçando tudo o que foi citado. A terceira temporada de Game Of Thrones retorna basicamente do mesmo ponto em que o seu ano anterior terminou. Os “outros” finalmente são mostrados abertamente, sem sombras. Eles são basicamente zumbis, mas o seu potêncial ainda é mantido em completo segredo. Gritos são ouvidos, mortes acontecem, mas nada é mostrado. Enquanto isso, muitas tramas estão se desenrolando paralelamente. Daenerys começa a juntar forças, começando a preparar o ... Read More »
Cinefagia Onde filmes e séries são alimentos culturais.
